A todos a quem ontem enviei esta tão boa noticia hoje infelizmente tenho uma péssima. Hoje quando voltava para casa, vinha na ponte 25 de Abril, toca o telemovel, e o céu caiu-me em cima. D. Isabel não podemos ficar com a cadelinha porque ela ontem à noite e hoje de manhã quando foi à rua fugiu. Eu fiquei em pânico e só perguntava onde está ela? Aqui em casa, apanhámo-la. Mas vão à rua e não pôem a trela? Ah ela já ia bem até ao café com a gente. Resumindo levavam-na sem trela caso contrario nunca teria acontecido. Vem hoje buscá-la? Não amanhã na minha hora do almoço. Tanta raiva, fúria uma mistura de péssimos sentimentos, que Deus me perdoe mas a revolta era grande. Enfim sentimentos que todos ou a grande maioria já sentiu com toda a certeza.
Depois do telefonema de ontem onde tudo estava bem as pequeninas já brincavam, uma mudança de 360ª. Agora sinceramente nem sei o que vou fazer com a pequenina, infelizmente devido à proximidade da minha casa com a dos ex-donos, não posso nem quero que ela corra o risco de ser reconhecida. Alguém tem um espacinho para acolhe-la????
Obrigada
Isabel Nunes
ISABEL NUNES -
Fez no domingo 1 semana que fui levar a protagonista deste apelo à sua nova família. Gostei da familia que a acolheu. Muito simpática, uma casa muito acolhedora e ainda para melhor tem como companheira a Estrelinha. Uma canichezinha muito querida, mesmo pequenina, com três aninhos, e que terá ficado sem a sua mamã há cerca de 4 meses, (estava doentinha) também tive a informação que tratam os amiguinhos como familia (aliás era assim que todos deveriam ser tratados), como membros da familia. Não tinha ainda enviado a boa noticia porque quis dar mais um tempinho. Tenho falado com a "doninha" uma jovem de 18 anos da "Kitty" novo nome. Hoje liguei e está tudo a correr bem, e estou convidada a ir vê-la sempre que me apetecer. Está aqui em Lisboa. Obrigada a todos pelo apoio e conselhos sugeridos na altura, Obrigada à Teresa que a acolheu, à Célia que a teve durante uma semana em casa que lhe deu banhoca e foi com ela ao "cabeleireiro". Segundo o Vet o pelinho dela estava simplesmente uma lástima. Ficou giríssima, com o seu puloverzinho vermelho que a Célia ofereceu, obrigada à Sofia Marques que foi quem mostrou as fotos da ternurinha à nova familia e que vai sempre vendo a Kitty quando for preciso levar uma piquinha e àquele anjo que teve a coragem de a tirar. Um grande bem haja a todos.
Obrigada,
Kitty e Isabel Nunes
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Olá a todas(os) os amigas(os)
A quem num momento de angústia enviei este apelo, quero agradecer todas as sugestões, todos os conselhos todas as palavras de conforto que recebi e graças a DEUS foram muitas.
Como já devem ter deduzido pelo assunto a situação já está resolvida, e ontem já houve mais um pequeno e indefeso ser que teve direito a boa comidinha, um espacinho quentinho para dormir e muitoooooo carinho da parte da pessoa que logo se prontificou a acolhê-la. Obrigada Teresa. Um verdadeiro anjo que nunca deixa um amigo aflito.
Infelizmente não se pôde fazer da maneira mais correcta e que eu teria preferido. Pensei muito, muito antes de tomar uma decisão, segui o conselho de algumas pessoas, escrevi um mail ao veterinário, que me respondeu de imediato, mas infelizmente iria ser um processo demorado e com o mau tempo que tem feito, realmente tempo era o que não havia. Pensei falar com os ex, mas depois de saber certos pormenores sobre eles achei que não seria de maneira alguma a melhor opção, como tal só havia uma solução para que tudo fosse rápido. Como companhia tanto de dia como de noite só tinha o frio e a chuva que tem caído torrencialmente, e o desprezo total.
Quero aqui agradecer a outros anjos que apareceram e estavam a tentar tudo mesmo para ajudar. Obrigada e um grande bem hajam. Nunca vos esquecerei.
Deixo aqui o meu desejo muito sincero, que DEUS vos ajude e todos vocês vejam muito rapidamente os vossos desejos realizados e para que todos os peludinhos que protegem ou estão a tentar salvar vos proporcionem a alegria que ontem eu senti.
Obrigada a todos e um bem hajam.
Isabel Nunes
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Olá a todas(os)
Nestes últimos dias tenho andado com uma vontade ou melhor necessidade louca de escrever este apelo. Escrevo? Não escrevo? Depois penso, oh meu Deus com tanta coisa a chatea-los a preocupá-los vou eu ainda com mais isto. Não sei se alguns repararam que uma noite destas se não estou em erro sábado para domingo eu enviei apelos ai ás quatro, cinco da manhã, não conseguia dormir com esta preocupação que me acompanha há já há muito tempo, levantei-me para escrever. Porém ao ligar o computador as vossas aflições também eram tantas que eu pensei não, não vou escrever e vou reencaminhar estes que aqui estão e já lhes chega. Só que chega uma altura que necessitamos de partilhar com os amigos as boas e más coisas e eu tenho mesmo necessidade de o fazer e pedir-vos conselhos e ajuda. Relativamente perto da minha casa há uma pequena moradia cujos moradores me estão a intrigar e a irritar (não gosto desta palavra mas é o que sinto quando passo lá)(como costumamos dizer fico pior que estragada). Moro ali faz 2 anos para Abril e já é o terceiro caozinho que ali vejo. O que terão feito aos outros, sinceramente não faço ideia. O primeiro que vi era um muito pequenino, castaninho, tão querido, mas mesmo assim acorrentado a uma pequena corrente e numa casota minima. De repente desapareceu e aparece um cachorrinho preto. Claro acorrentado também. Perguntei à senhora do minimercado aonde vou buscar o pão. O que aconteceu ao outro cãozinho. Dizem que desapareceu , agora têm esse cachorro mas dizem que esse vai ser mau. (pois a força do pequenino era tanta que deve ter fugido com a corrente e tudo) e este é mau?
Quem ele ou os "donos"???? . Então ela sorriu e encolheu os ombros. Agora têm uma cachorrinha tipo o castaninho (vai ficar sempre pequenina) mas bege, com o ar mais infeliz naquela minuscula casota e presa com a maldita corrente. Terça feira lá fui buscar o pão, espreitei e chamei mas o frio é tanto ela nem saiu da casota, a ração toda molhada e eu revoltada, que só me apetece é tirar de lá esta infeliz, que nem brincar pode. Fico aflita quando sou eu que vou lá buscar o pão e pensar que a vou ver ali sem poder fazer nada. Já aconteceu ver os filhos sair de casa e não ligam nenhuma. Eu pergunto-me mas porquê, para quê ter ali esta pequenina, ela nem dá sinal quando me aproximo. Digam o que devo fazer. Eu quase não durmo sempre a pensar nela, tenho a certeza que nem uma mantinha deve ter. Ando mesmo por baixo, sem saber o que fazer, Obrigada por lerem mais uma vez estas minhas palavras e fico ansiosamente à espera que me digam o que posso fazer.
Um bem hajam e desde já obrigada por qualquer ajuda, sugestão
Isabel Nunes
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